Se eu pudesse definir a minha fotografia em uma linguagem específica, eu diria se tratar de uma fotografia embebida de conceito, elaborada no que há de mais livre no quesito experimental. Há a elaboração conceitual subjetivada na imagem, bem como o processo de experimentação da longa exposição a meu favor. Muito embora eu tenha apreendido (finalmente!) a minha criação, confesso que muitos elementos que disponho na imagem são simbólicos, índices de alguma coisa, com significados distintos, pouco claros ao espectador sem conhecimento prévio das definições que incuto nas imagens.
Finalmente, creio eu, consegui sintetizar e atrelar todas as questões orientadas pela professora ao longo deste processo. Na sequência a seguir, criei uma narrativa e reforcei a poética da autorreflexão, do eu.
Fiz um recorte mais preciso, centrado nas figuras; trabalhei com a técnica light painting pra reforçar a dramaticidade das cenas e lhes auferir força narrativa; e a memória se fez notável através da ação: o eu em contato "físico" com o "outro".
Na sequência a seguir, mantive o foco nos personagens, nas ações, no rastro de luz, nas expressões, no uso do efeito sepia para acentuar uma atmosfera intimista, propícia a autorreflexão, ao autoconhecimento.
Na sequência a seguir, mantive o foco nos personagens, nas ações, no rastro de luz, nas expressões, no uso do efeito sepia para acentuar uma atmosfera intimista, propícia a autorreflexão, ao autoconhecimento.
Como apresentado, as imagens seguem uma cadência lógica. A memória do eu em suas instâncias da vida, definida pela ação da meditação e ou sonho, se funde ao processo de autoconhecimento, aqui apresentado como mecanismo de conhecimento de si e do outro.
Por ora, é isto. Acredito que tenha obtido um resultado deveras satisfatório!
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À luz
A luz
A lucidez:
Refleti;
Encontrei;
Busquei.
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